Com a reforma tributária 2026, mudanças importantes passam a impactar diretamente a operação das empresas. Afinal, 2026 é o ano em que a maior reforma tributária das últimas décadas deixa o papel e entra na rotina das empresas brasileiras. Com a reforma tributária 2026, mudanças importantes passam a impactar diretamente a operação das empresas. Se você ainda não se preparou, este conteúdo é o ponto de partida.
Após mais de trinta anos de discussões, o sistema tributário brasileiro entrou oficialmente em transição. Desde janeiro de 2026, cinco tributos começaram a ser substituídos por dois novos: o IBS e a CBS. Paralelamente, o Imposto Seletivo passa a incidir sobre produtos considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente em 2027.
O que muda nas notas fiscais com IBS e CBS
Desde janeiro de 2026, todas as empresas que emitem documentos fiscais eletrônicos são obrigadas a destacar o IBS e CBS nas notas. Em 2026, esse destaque tem caráter informativo e educativo: os valores aparecem na nota, mas não aumentam a carga tributária real, já que podem ser compensados com PIS e Cofins. A exceção são as empresas do Simples Nacional, que só passam a destacar esses tributos a partir de 2027.
A alíquota de teste aplicada em 2026 é de 1% sobre as operações, sendo 0,9% de CBS (federal) e 0,1% de IBS (estadual/municipal). O valor pode ser compensado no recolhimento de PIS e Cofins.
Confira: Reforma Tributária 2026 – como IBS e CBS mudam a precificação?
Split Payment na reforma tributária 2026
Uma das mudanças mais estruturais da reforma tributária 2026 é o Split Payment, o pagamento fracionado de tributos no momento da transação. Em vez de a empresa recolher o imposto depois de receber o pagamento, o próprio sistema financeiro separa automaticamente o valor do tributo e o repassa diretamente ao governo no ato da venda.
Isso impacta diretamente o fluxo de caixa das empresas, que deixam de usar temporariamente o valor dos impostos na operação. Os testes do Split Payment estão sendo realizados ao longo de 2026, com implantação efetiva progressiva até 2033.
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O que a sua empresa precisa fazer agora com IBS e CBS
Adaptar os sistemas de emissão de notas fiscais para o novo leiaute exigido. Revisar contratos e precificação considerando a nova lógica tributária. Investir em atualização técnica da equipe financeira e contábil. Contar com uma empresa de contabilidade que acompanhe a legislação em tempo real.
A Gestus acompanha cada etapa da transição tributária para que sua empresa esteja sempre em conformidade. Fale com um dos nossos especialistas.

